Coro da Achada na Sampaio Garrido

Na passada sexta-feira, dia 22 de abril, o Coro da Achada esteve na Sampaio Garrido a convite da APEE para celebrar Abril e cantar canções de luta e de liberdade. Este coro, formado em 2009 e que conta hoje com mais de 50 participantes, quer contribuir para a transformação do mundo através da música. O seu repertório incluiu canções já existentes, de várias épocas e partes do mundo, na língua original ou traduzidas, mas também originais, criadas pelo coro ou oferecidas. Em ambos os casos as canções (políticas, populares e de cantautores) falam sobre acontecimentos marcantes e movimentos sociais, relacionadas aos direitos das crianças, das mulheres, e dos trabalhadores, à imigração, ao consumo, à vivência das cidades, à habitação ou à ecologia. Esta celebração teve lugar no pátio de entrada da Sampaio Garrido e só foi possível com uma providencial suspensão temporária da chuva que tão teimosamente caiu durante todo o dia. Queremos agradecer ao Coro da Achada pelos momentos inesquecíveis que proporcionaram aos alunos, professores, auxiliares e famílias que estiveram presentes e que trautearam em conjunto! As músicas escolhidas e cantadas pelo coro foram:
 
Liberdade, poema de Bocage, música: PR/ coro da Achada (2017)
 
Mininu abre si boka inocenti, título original «Mininu Putam» (1974)
de José Carlos Schwarz, músico, escritor e poeta guineense 
 
Coro da primavera, letra e música: José Afonso, canção incluída no disco Cantigas do Maio (1971)
 
Tanto mar, letra e música de Chico Buarque. Letra original, vetada pela censura; gravação editada em Portugal (1975)
 
Cabum! Cânone inglês séc. XVI (com nova letra inventada)
 
Podem consultar estas e outras canções cantadas pelo coro aqui. O coro ensaia todas as quartas-feiras às 21h, na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio. É um coro aberto, todos podem aparecer e cantar!

Visitem um museu

Existem muitos museus que são gratuitos aos DOMINGOS E FERIADOS. Nesta lista podem encontrar os mesmos e alinhar passeios incríveis e gratuitos durante todo o ano com a família. Encontram ainda outros museus com entradas gratuitas em ALGUNS HORÁRIOS OU DIAS ESPECÍFICOS da semana. Boas visitas!

Museus com entradas gratuitas aos domingos e feriados

* Palácio Nacional da Ajuda
Palácio Nacional da Ajuda, Lg. da Ajuda – 1349-021 Lisboa
+ info: Palácio Nacional da Ajuda

* Mosteiro dos Jerónimos
Praça do Império 1400-206 Lisboa
+ info: Mosteiro dos Jerónimos

* Torre de Belém
Torre de Belém 1400-206 Lisboa
+ info: Torre de Belém

* Panteão Nacional
Campo de Santa Clara 1100-471 Lisboa
+ info: Panteão Nacional

* Museu Nacional dos Coches
Avenida da Índia nº 136, 1300-300 Lisboa
+ info: Museu dos Coches 

* Museu Nacional do Traje
Largo Júlio de Castilho – Lumiar 1600-483 Lisboa
+ info: Museu Nacional do Traje

* Museu Nacional do Teatro e da Dança
Estrada do Lumiar, 10 1600-495 Lisboa
+ info: Museu Nacional do Teatro e da Dança

* Museu Nacional da Etnologia
Avenida da Ilha da Madeira 1400-203 Lisboa
+ info: Museu Nacional da Etnologia

* Museu Nacional de Arte Antiga
Rua das Janelas Verdes 1249-017 Lisboa
+ info: Museu Nacional de Arte Antiga

* Museu Nacional de Arqueologia
Edifício dos Jerónimos, Praça do Império 1400-206 Lisboa
+ info: Museu Nacional de Arqueologia

* MNAC – Museu do Chiado
Rua Serpa Pinto, 4 – 1200-444 Lisboa
+ info: Museu do Chiado

* Museu de Arte Popular
Avenida de Brasília. 1400-038 Lisboa
+ info: Museu de Arte Popular

* Museu Nacional do AzulejoRua Madre de Deus, 4 – 1900-312 Lisboa+ info: Museu Nacional do Azulejo

* Casa-Museu Dr. Anastácio GonçalvesAvenida 5 de Outubro, 6-8 1050-055 Lisboa+ info: Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Museus com entrada gratuita em alguns horários ou dias específicos da semana

* MAAT (no 1º domingo de cada mês)
Av. Brasília, Central Tejo 1300-598 Lisboa
+ info: MAAT Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

* Museu da Marinha (no 1º domingo de cada mês)
Praça do Império,Belém  1400-206 Lisboa
+ info: Museu da Marinha

* Museu do Dinheiro (durante todo o ano)
Antiga Igreja de S. Julião, Largo de S. Julião, 1100-150 Lisboa
+ info: Museu do Dinheiro

* Museu Calouste Gulbenkian (todos os domingos, a partir das 14h)
Av. de Berna, 45A, 1067-001 Lisboa
+ info: Fundação Calouste Gulbenkian

* Museu da Marioneta (todos os domingos de manhã)
Convento das Bernardas – Rua da Esperança, n° 146, 1200-660 Lisboa
+ info: Museu da Marioneta

* Museu Coleção Berardo (aos sábados, durante todo o dia)
Praça do Império, 1449-003 Lisboa
+ info: Museu Coleção Berardo

* Museu do Oriente (à sexta-feira, das 18h às 22h)Av. Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa – A entrada do Museu localiza-se na Av.24 de Julho.+ info: Museu do Oriente

As conquistas de Abril e as crianças: resiliência, adversidade e pobreza no desenvolvimento e saúde mental

Bruno Raposo Ferreira1

Ao receber, na passada quarta-feira, palavras de incentivo da APEE para escrever alguns parágrafos sobre o desenvolvimento das crianças, com a lembrança que a newsletter teria o seu foco de atenção no 25 de Abril, não pude deixar de constatar a coincidência de justamente nesse dia ter revisto, com os alunos do Mestrado de Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento, mais de 50 anos de investigação sobre resiliência, adversidade e pobreza e o seu impacto no delineamento de trajetórias de desenvolvimento sócio-emocional, ajustamento e saúde mental. Induzido por esta coincidência e pela frescura da celebração 25 de Abril, pareceu-me útil partilhar neste fórum ideias que procurarei ligar à particularidade de algumas conquistas de Abril e a outras que, na senda de Abril, cabem à nossa geração realizar.

1) Se os modelos clássicos de psicopatologia davam a ideia de que a resiliência era uma característica dos indivíduos, as últimas quatro décadas de psicopatodologia do desenvolvimento, valendo-se de estudos longitudinais focados na complexidade multideterministica do desenvolvimento das pessoas na vida real (tendo em conta o tempo e o contexto), revelam bem outro panorama. O que a evidência acumulada sugere muito claramente é que a maturação de estruturas, capacidades e competências em diversos domínios do desenvolvimento (ex.: neurológicas, psicomotoras, emocionais, cognitivas, personalidade, socialização, etc.), deve-se mais ao balanço entre experiências adversas e favoráveis a que as pessoas estão sujeitas no decurso da sua vida (de acordo com o grau de maturação evolutiva), e aos períodos do desenvolvimento em que ocorrem as adversidades ou vulnerabilidade. Assim, à luz da evidência empírica surge claro que os fenómenos caracterizados como resilientes em nada se ficam a dever a uma característica individual misteriosa (qual poção mágica) ou a uma eventual vigorosa vontade subjetiva e empreendedora, responsável pela “invulnerabilidade” e super-capacidade para a resolução de todos os males.


É certo que os resultados positivos de ajustamento face à adversidade, isto é resilientes, resultam em benefícios para os indivíduos, mas esses resultados de ajustamento social (avaliados maioritariamente com medidas gerais e globais de sucesso académico, popularidade na rede de pares, estatuto sócio-económico, medidas gerais de bem-estar, etc.) são mais explicados pela interação entre idade, intensidade, durabilidade e proximidade (efeitos diretos ou indiretos) dos fatores de risco e fatores protetores face ao individuo, do que por qualquer característica essencial dos indivíduos. As características individuais dos sujeitos (genéticas, neurológicas fisiológicas, comportamentais, emocionais e cognitivas, etc.) e a suscetibilidade para determinados resultados são profundamente mediadas pelo encaixe dinâmico nas características dos seus contextos relacionais mais próximos e distais, bem como pela ecologia social e cultural em que se inscrevem que, em conjunto, determina por um lado as experiências e, por outro, o modo como são individual ou coletivamente subjetivadas.

Por esse motivo, a visão da comunidade científica sobre o conceito de resiliência mudou significativamente, sendo hoje em dia bastante aceite que é a tipologia dos processos desenvolvimentais, as ecologias e os contextos relacionais dos indivíduos que probabilisticamente favorecem, ou não, as trajetórias de desenvolvimento que conduzem a resultados mais ou menos resilientes face às adversidades vivenciadas.

2) O efeito da pobreza nas trajetórias desenvolvimentais dos indivíduos, quando estudada na sua complexidade, vai muito para além do que é evidenciado pelos estudos que se limitam a caracterizar a pobreza como uma variável sócio-demográfica (ex: estatuto sócio-económico). A pobreza como fenómeno extenso e complexo, social, familiar e individual envolve um amplo conjunto de fatores e domínios que estão associados cumulativamente à experiência de ecologias frágeis, com acesso limitado a recursos de segurança e proteção, saúde, educação e cultura; a contextos relacionais frequentemente adversos com elevados índices de desafios e instabilidade, onde a indisponibilidade psicológica e afetiva, o stress nocivo, a rutura de redes de suporte social e, por vezes, a violência, são comuns.

As situações de pobreza duradoura são caracterizadas por um desequilíbrio muito marcado entre a presença mais elevada de fatores de risco e mais reduzida de fatores protetores. Nestas ecologias e contextos relacionais, os processos desenvolvimentais estão muitas vezes sujeitos à presença de múltiplos factores de risco e a experiências desfavoráveis ou pouco favoráveis, com efeitos cumulativos em múltiplos níveis: orgânicos, comportamentais, emocionais, cognitivos, relacionais e sociais da ecologia dos indivíduos.

Estes efeitos têm tendência para escalar entre si. Quando as situações de vulnerabilidade como a pobreza são duradouras e intensas, tendem a estar fortemente associadas ao desenvolvimento de stress familiar, que pode estar associada a baixa disponibilidade psicológica e qualidade afetiva das relações parentais (ex: os cuidadores têm que manter vários trabalhos tendencialmente precários e atividades instáveis como fonte de rendimento, muitas vezes baixos; é frequente conflito relacional no casal e degradação da comunicação no sistema de relações familiar, etc.), que por sua vez se relaciona com a adoção de estratégias parentais mais coercivas ou indulgentes, podendo nas situações mais graves gerar fenómenos de negligência e maus-tratos. Por sua vez, a presença destes fatores de risco no contexto familiar está associada à emergência de sintomas e problemas internalizados (ex: ansiedade, depressão) e/ou externalizados (ex: agitação, problemas de conduta e de oposição) nas crianças, que se associam, no curso do seu desenvolvimento, a dificuldades de integração nas relações com os pares ou ao baixo rendimento escolar. Estes por sua vez associam-se também à emergência de problemas de ansiedade e depressão ou a comportamentos de risco, condutas delinquentes, consumos de substâncias, precocidade de condutas sexuais e gravidez na adolescência, entre outros, problemas sociais e de saúde.

Ainda que probabilisticos e dependentes de efeitos “compensadores” de experiências favoráveis e fatores protetores, a interação em escalada dos fatores que caracterizam a complexidade fenomenológica que das situações de pobreza, tende a atingir diversos domínios do desenvolvimento individual e diversas áreas do funcionamento das famílias, influenciando quer o acesso a diferentes estruturas e recursos formais das comunidades, quer a cultura e dinâmicas relacionais na vizinhança e comunidade mais alargada, canalizando trajetórias de vida que em parte tendem a perpetuar-se entre gerações.

3) Que a qualidade afetiva das relações familiares, por um lado, e o amplo impacto das funções da parentalidade (cuidados físicos e psicológicos de saúde, proteção e segurança, educação e estimulação, suporte e apoio à socialização e redes de suporte formal e informal da comunidade, estimulação e promoção, pela fruição e criação, da participação nas culturas, etc.), por outro, são fatores cuja função reguladora face às experiências favoráveis ou adversas é central, saliente e preponderante nos anos que caracterizam as primeiras fases de vidas dos indivíduos (primeira, segunda infância e adolescência). A qualidade e o efeito positivo do contexto familiar é mediada pela maior ou menor presença e durabilidade de fatores de risco e stressores, como o acesso a recursos de saúde, educação, proteção social, apoio à gravidez e à parentalidade durante as idades de desenvolvimento dos filhos. Mas também o desemprego, a precariedade, os baixos salários, a mobilidade laboral e a desregulação dos horários e dias de trabalho, são fonte de stress e de redução da disponibilidade efetiva dos cuidadores das crianças. A estes aspectos acresce a deterioração das redes informais de suporte social, típicas e naturais das comunidades em vizinhança, fenómeno comum nas sociedades ocidentalizadas, urbanizadas e cosmopolitas.

Torna-se então mais evidente que as conquistas de Abril foram bem mais extensas que aquelas que dizem respeito à liberdade de expressão e associação política. Colocando fim a 48 anos de regime fascista, um tempo de obscurantismo, opressão e esmagamento da liberdade, o 25 de Abril pôs fim à marginalização dos trabalhadores e do povo da vida política, e por essa via à subordinação do país e do povo aos interesses de uma minoria de grandes monopolistas e latifundiários, aliados do grande capital e do imperialismo. É com o papel ativo do povo que novas escolhas e políticas foram e são possíveis e que se perspetivaram os caminhos do desenvolvimento do país e a construção de uma sociedade livre, mais justa e democrática. Essencialmemte, com a subordinação do poder económico ao poder político democrático, assente na propriedade social dos sectores básicos e estratégicos da economia, com o Estado a ter o papel essencial na dinamização do desenvolvimento económico, com o investimento público que defendeu e promoveu a produção nacional, garantindo os direitos dos trabalhadores e das famílias, no direito ao trabalho e à sua justa remuneração, em dignas condições de vida, rede de saneamento e transportes públicas, à valorização de outros serviços públicos e funções sociais do Estado, particularmente na Educação e na Saúde e uma Segurança Social pública e universal, etc., a revolução de Abril representou um passo de gigante no que diz respeito à transformação das ecologias e contextos de desenvolvimento.

Estas mudanças tiveram forte impacto na melhoria e reforço dos fatores protetores do desenvolvimento da generalidade das crianças de Portugal. Disso são exemplos a melhoria muito significativa de indicadores como o analfabetismo, a mortalidade infantil, o trabalho infantil, a quase eliminação da fome, a redução dos índices de pobreza, o aumento da escolaridade obrigatória, o aumento de jovens com formação superior, etc.

Talvez por isso devêssemos recordar que as conquistas políticas do 25 de Abril foram também conquista das crianças e jovens de Portugal, uma vez que tiveram um forte impacto à escala nacional, ao efectivar direitos e contribuir para contextos de desenvolvimento mais favoráveis a trajetórias de vida positivas para o conjunto da população.

Não obstante, é importante continuar não só a defender as conquistas de Abril, como a lutar pelas que ainda hoje ameaçam os direitos das crianças e se constituem como fatores desfavoráveis ao seu desenvolvimento e funcionamento das famílias.

Pensamos com particular preocupação nas condições de vida stressoras e desfavoráveis que, fruto de escolhas políticas, afetam muitas famílias e crianças: o desemprego, a precariedade, os baixos salários, a mobilidade e desregulação dos horários e dias de trabalho, que fazem perigar, entre outros, aos tempos de qualidade em família e em comunidade e colocam em risco a capacidade das famílias para o desempenho da parentalidade.

1 Bruno Raposo Ferreira é, para além de pai de uma criança da Sampaio Garrido, Psicólogo Clínico, Psicanalista, Docente de Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento no Mestrado Integrado de Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento do ISPA-IU e Investigador do desenvolvimento socioemocional no WJCR | ISPA-IU

Resumo da Assembleia Geral de 1 de Abril 2022

Teve lugar no dia 1 de abril, pelas 17h30, uma Assembleia Geral extraordinária da nossa Associação. Foi a primeira vez que os encarregados de educação da Escola Básica Sampaio Garrido tiveram a oportunidade de reunir presencialmente, dentro das instalações escolares (neste caso, a biblioteca), desde que começou a pandemia. A Assembleia Geral, na qual participaram dezanove (19) associados, foi convocada para tratar de algumas questões de ordem burocrática, relacionadas com os estatutos da associação, com a composição dos órgãos sociais e com a abertura de uma conta bancária, mas também para debater temas relacionados com o funcionamento das AEC’s e do CAF, bem como a comunicação entre a escola e os encarregados de educação.

No que diz respeito ao primeiro assunto, recebemos uma notificação da Procuradoria Geral da República, que nos alertou para o facto de o artº 18º dos nossos estatutos (alterados em novembro) não estar conforme às disposições do Código Civil, uma vez que prevê a convocatória da assembleia geral “por circular”, em vez especificar que esta é expedida “por via postal”. Ainda que esta nos tenha parecido uma interpretação excessivamente rigorosa da legislação, optámos por alterar o artigo em questão, que passou a reproduzir ipsis verbis o que dispõe o Artigo 174º do Código Civil. A alteração foi aprovada por unanimidade.

No que diz respeito ao segundo assunto, foi aprovada uma alteração na composição dos órgãos sociais, tendo a Vera Higino passado a integrar a direção, por troca com a Joana Nóbrega, que passou a integrar o Conselho Fiscal. Esta alteração teve como intuito agilizar o funcionamento administrativo da associação, assegurando a presença na direção de uma pessoa com maior disponibilidade em termos de horário. A alteração foi aprovada por unanimidade.

No que diz respeito ao terceiro assunto, foi-nos solicitado pelo Millenium BCP uma ata de Assembleia Geral que autorizasse explicitamente a direção a abrir uma conta naquele banco. Apesar de nos parecer desnecessário semelhante procedimento, visto que os estatutos da APEE conferem à direção a incumbência de gerir o respetivo património, optámos por colocar à votação uma moção que nos permitisse desbloquear esta situação. A moção foi aprovada por unanimidade.

No que diz respeito ao quarto assunto, foram dadas diversas informações sobre o funcionamento das AEC’s e do CAF. Foi igualmente discutido o facto de, apesar de o mesmo ter sido solicitado à Junta de Freguesia de Arroios e à Direção do Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves, desconhecermos ainda o conteúdo do protocolo celebrado entre estas entidades e o Lisboa Ginásio Clube, relativo à gestão das AEC’s e do CAF. Esperamos que esta situação venha a mudar no futuro imediato.

No que diz respeito ao quinto assunto, foi decidido solicitar à coordenação da Escola Básica Sampaio Garrido a reintrodução da Caderneta do Aluno (suspensa desde o início da pandemia) como instrumento de comunicação entre os professores e os encarregados de educação.

A Assembleia Geral ofereceu ainda a possibilidade de partilhar diversas informações, nomeadamente no que diz respeito às novas regras de acesso ao espaço escolar, resultantes de alterações efetuadas ao Plano de Contingência do Agrupamento Nuno Gonçalves, em conformidade com as orientações da Direção-Geral de Saúde. Segundo o que nos foi comunicado pela Coordenação do Agrupamento, a entrada de encarregados de educação nas instalações da escola poderá acontecer nas seguintes situações:

– no início do ano letivo, com atividades planificadas pelas escolas na receção a pais e alunos;

– com agendamento de reunião com o prof de turma;

– quando se realiza uma atividade em que sejam convidados todos os EE;

– para realizar uma atividade aprovada em PAA, que tenham a participação de um EE;

– sempre que seja solicitada a sua presença na escola para tratar de assuntos urgente referente ao seu educando.

A Assembleia Geral terminou formalmente às 18h45, conforme estava combinado com a coordenação da escola e do agrupamento, tendo os presentes optado por continuar a conversar, sobre diversos temas de interesse da comunidade escolar, no Largo das Novas Nações.