Alunos portugueses acima da média da UE

Alunos portugueses acima da média da UE

O bom desempenho dos alunos portugueses de quinze anos nos testes PISA 2015, da OCDE, reflete-se no relatório Monitor da Educação e Formação 2017, da União Europeia. Com base nesses resultados, os estudantes nacionais são colocados acima da média comunitária na Leitura (17,2% de resultados fracos contra 19,7%) e na Ciência (17,4% contra 20,6%), com a Matemática a destoar (23,8% face a 22,2%).

Mas este bom indicador – que na realidade já era conhecido deste que foram revelados os resultados do PISA 2015 – convive com vários outros que, apesar de regra geral indicarem melhorias entre 2013 e 2016, evidenciam também a distância que ainda separa o país dos parceiros comunitários e das metas propostas.

Nos principais indicadores, nomeadamente aqueles que fazem parte dos compromissos assumidos para 2020 em termos de qualificações pelos países da União Europeia, Portugal progrediu mais rapidamente do que os parceiros. Mas continua abaixo da média.

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Eleição dos Orgãos Sociais da APEE Sampaio Garrido

Eleição dos Orgãos Sociais da APEE Sampaio Garrido

A APEE Sampaio Garrido reuniu em  Assembleia Geral e Eleitoral no dia 17 de outubro. Foram aprovados os novos estatutos da APEE e eleitos os Orgãos Sociais para o ano letivo 2017/2018.

A Direção é composta pelos seguintes nomes: Paula Estêvão (Presidente), Rita Bragadesto (Vice-Presidente), Sandra Medeiros (Tesoureiro), Adelaide Trigo de Sousa (Secretário), Carla Ferreira Gomes (Vogal) e Sílvia Felix David (Vogal).

A Mesa da Assembleia Geral é composta pelos seguintes nomes: Susana Fernandes (Presidente), Isabel Polónio (Vice-Presidente) e Anabela Correia (Secretário). O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes nomes: Catarina Marques Guerreiro (Presidente), Maeche Chimanlal (Vice-Presidente) e Mercês Dias (Vogal).

Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

O investigador e professor Joaquim Azevedo criticou quem acusa os pais de não “colocar motivação nas mochilas” dos alunos, defendendo que esse trabalho cabe às escolas e professores, que estão desatualizados.

A escola não pode ser o que era há 30 anos”, alertou hoje o ex-secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, durante a sua palestra no 1º Congresso de Escolas, que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Para o investigador do Centro de Estudos do Desenvolvimento Humano, “tudo está a mudar à volta da escola”, mas a escola pouco mudou e este desequilíbrio faz com que muitos alunos acabem por se afastar do ensino.

Num tempo em que os alunos têm acesso imediato e sem controlo a informação e em que há um consumo permanente de imagens, a escola parece viver à margem desta realidade, segundo o especialista em educação.

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Alunos derraparam nas provas de aferição

Alunos derraparam nas provas de aferição

Um susto. É esta a leitura que, em síntese, se pode fazer dos resultados das provas de aferição do ensino básico em disciplinas que até agora não tinham sido submetidas a avaliação externa. Ou seja, delas só se sabia quais as notas dadas nas escolas pelos professores.

(…) na prova de Matemática que os alunos do 2.º ano (7/8 anos de idade) realizaram, o seu desempenho foi bastante superior aos seus colegas do 5.º ano.

Os alunos do 2.º ano tiveram também este ano, pela primeira vez, provas nas áreas das Expressões Artísticas e Físico-Motoras. Na primeira área revelaram maiores dificuldades da Educação Musical (38,3% de desempenhos negativos), na segunda o mesmo se passou quando se tratou de ver como lidavam com jogos infantis (33,8% de desempenhos negativos). Nos outros domínios abordados nas provas de Expressões, mais de 80% dos alunos do 2.º ano conseguiram desempenhos dentro do esperado, frisa o Iave.

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Veja os resultados nacionais das provas de aferição, 2017 – aqui!

Veja as Medidas a implementar e desenvolver, face aos resultados das provas – aqui!

Aulas no SOU – ano letivo 2017/18

Aulas no SOU – ano letivo 2017/18

As aulas no SOU estão a iniciar neste novo ano letivo. Há aulas de teatro, voz e canto, dança contemporânea, Bollywood, e para os mais novos há Dança Criativa. Entre 25 de setembro e 5 de outubro pode experimentar gratuitamente as aulas abertas. As aulas funcionam na R. Maria, 10B.

E não se esqueçam que o SOU é parceiro da APEE Sampaio Garrido, e que os sócios têm direito a 10% de desconto nas aulas! Saiba mais sobre as aulas e o SOU – aqui!

Oferta de material escolar à EB1 Sampaio Garrido

Oferta de material escolar à EB1 Sampaio Garrido

A Junta de Freguesia de Arroios ofereceu mais uma vez material escolar a todas as crianças que frequentam o 1º ciclo em escolas públicas da freguesia. Mochila, estojo, canetas, lápis e cadernos são alguns dos itens que compõem esta oferta de material. Foram contemplados os alunos das três escolas básicas de 1.º ciclo da freguesia: EB1 Sampaio Garrido, EB1 N.º 1 de Lisboa e EB1 O Leão de Arroios.

Pode ver a reportagem da TV Arroios sobre a entrega de material à  EB1 O Leão de Arroios e EB1 Sampaio Garrido aqui!

Início do ano letivo 2017/18

Início do ano letivo 2017/18

Está quase! As aulas na EB1 Sampaio Garrido terão início a 13 de setembro (4ª feira), para todos os anos, na Escola D. Luísa de Gusmão. No dia 12 (3ª feira), haverá receção aos alunos do 1º ano, às 10h, e reunião dos Encarregados de Educação do 1º ano com o professor de turma e a coordenadora da escola. Nesse dia, a saída dos alunos e EE do 1º ano está prevista para as 12h.

As reuniões entre os EE  e os respetivos professores de turma estão previstas para a semana seguinte. Irá informação para casa na caderneta.

 

Planificação das AEC para 2017/18

Planificação das AEC para 2017/18

O Diretor-geral da Educação quer que se salvaguardem as brincadeiras das crianças e que se saia da sala de aula na planificação das Atividades de Enriquecimento Curricular para o próximo ano letivo. O responsável quer evitar que o período curricular estique e a excessiva escolarização dessas atividades.

Numa carta enviada aos diretores das escolas e aos presidentes das câmaras municipais, das juntas de freguesias, das associações de pais e de instituições particulares de solidariedade social, o diretor-geral da Educação, José Duarte Pedroso, quer que no planeamento das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) para o ano letivo 2017/2018 sejam tidos em consideração vários pontos importantes. Desde logo, que se salvaguarde o tempo de recreio necessário para as brincadeiras livres das crianças.

O responsável chama a atenção para mais aspetos. Eliminar o agendamento de trabalhos de casa, que não se esqueça o carácter lúdico das AEC que se devem orientar para o desenvolvimento da criatividade e das expressões dos mais novos, que se utilizem espaços, materiais, contextos e outros recursos educativos diversificados de forma a evitar a permanência nas salas de aula. O diretor-geral recorda ainda que é preciso garantir os apoios necessários para que todos os alunos, sem exceção, possam participar nas atividades, independentemente das suas capacidades e condições de saúde, e, por outro lado, que todas as componentes do 1.º ciclo sejam abordadas pelo professor da turma durante o período curricular.

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Pode ler a carta enviada pelo Diretor-geral da Educação – aqui!

Mais tempo de recreio

Mais tempo de recreio

Os alunos do 1.º ciclo vão beneficiar de mais meia hora de intervalo por dia, já a partir de Setembro. Como o intervalo da manhã vai passar a integrar o tempo letivo do professor, isso implica redesenhar os horários escolares. Com esta alteração, os alunos no 1.º ciclo passam a dispor de menos tempo de permanência na sala de aula e a mais tempo de recreio. A medida está prevista para entrar em vigor já no próximo ano letivo.

Os professores têm de lecionar cinco horas letivas por dia e este período de trinta minutos fará parte desse horário – que contempla as aulas, o apoio ao estudo e, agora, o intervalo. Esta informação já consta na circular da Direção-Geral de Educação, que chegou às escolas no final de junho.

A reorganização dos horários do 1.º ciclo cabe agora aos agrupamentos, que terão, na prática, duas opções: podem decidir atrasar o início das aulas meia hora (9h30 ao invés de 9h00) ou terminá-las mais cedo (15h30 em vez de 16h00). Outra alternativa é alargar o horário de almoço de 1h30 para 2h00.

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