Como não desesperar com os TPC em tempo de férias

Como não desesperar com os TPC em tempo de férias

O primeiro período lectivo terminou, mas isso não significa que as crianças e os jovens estejam completamente de férias. Muitos saem da escola carregados de Trabalhos Para Casa, os famosos TPC, e sem muita vontade. E com razão, pelo menos é o que pensam alguns dos especialistas que o PÚBLICO contactou. Para o pedagogo Renato Paiva “na grande maioria dos casos, os TPC nas férias são absolutamente desnecessários”.

“Estudar pode não parecer uma tarefa divertida e os trabalhos de casa parecem ser uma invasão do tempo de férias”, justifica. No entanto, se os TPC são pedidos pelos professores, então devem ser feitos porque outra coisa que os pais têm de incutir é “a responsabilidade”, afirma o pedagogo. A mesma opinião tem a psicóloga Teresa Espassandim, do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), lembrando que aos pais cabe ajudar os filhos “a compreender e a assumir as consequências da decisão de fazer ou não fazer [os trabalhos], com autonomia”. (…)

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Marcelo no Intendente e os excessos do turismo

Marcelo no Intendente e os excessos do turismo

Visita do Presidente da República ao bairro lisboeta foi recebida com muitos beijinhos e abraços.

O Presidente da República matou esta-sexta-feira saudades dos avós minhotos, fez a barba no único estabelecimento sobrevivente à renovação do largo do Intendente e alertou para os perigos do turismo e da consequente pressão imobiliária em Lisboa.

Marcelo Rebelo de Sousa, sempre abordado por transeuntes – desde habitantes locais de sempre aos mais recentes e até membros das comunidades do Bangladeche e do Nepal – começou por voltar ao Grupo Excursionista e Recreativo “Casa dos Amigos do Minho”, soprando as velas do bolo do 67.º aniversário, manchado pela “triste notícia” de abandono das instalações dentro de dois domingos.

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Dia do Pijama e exposição de trabalhos

Dia do Pijama e exposição de trabalhos

No dia 20 de novembro festejou-se o Dia do Pijama. Os alunos (e até alguns professores) vieram de pijama para a escola. E esteve patente no átrio da Escola D. Luísa de Gusmão, durante apenas dois dias, uma original exposição com trabalhos que os alunos prepararam sobre o tema. Na exposição apareciam muitos pijamas e botões e desejos de um mundo melhor! Foi pena a exposição não ter ficado mais tempo mas, para quem não viu, aqui ficam alguns registos fotográficos.

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Pedibus começou a 6 de novembro – andem com eles

Pedibus começou a 6 de novembro – andem com eles
Pelo terceiro ano consecutivo, começou o Pedibus da EB1 Sampaio Garrido, a 6 de novembro, . Este pedibus é organizado pela APSI no âmbito do projeto “Ruas do Bairro Amigas das Crianças”. Já há crianças inscritas e alguns pais voluntários, mas são precisos mais! Ainda vai a tempo de se inscrever como voluntário e/ou inscrever os seus filhos no pedibus. Andar a pé traz muitas vantagens, e as crianças adoram entrar no Pedibus. É fácil, é grátis e dá saúde e alegria. Participe! Para se inscrever ou aos seus filhos, contacte a APSI.
Para saber mais sobre este projeto, consulte o site da APSI – aqui!

 

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EB1 Sampaio Garrido festejou o Magusto

EB1 Sampaio Garrido festejou o Magusto

No dia 10 de novembro festejou-se o São Martinho com Magusto organizado pela EB1 Sampaio Garrido. A festa teve lugar no jardim da Praça António Sardinha, entre as 14h30 e as 15h30. O tempo estava ótimo, como manda a tradição (e infelizmente, as alterações climáticas), havia castanhas para todos e mais alguns, e as crianças estavam animadas. Os cartuchos das castanhas, criados pelas crianças, estavam muito originais. Fica o registo fotográfico da festa:

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Alunos portugueses acima da média da UE

Alunos portugueses acima da média da UE

O bom desempenho dos alunos portugueses de quinze anos nos testes PISA 2015, da OCDE, reflete-se no relatório Monitor da Educação e Formação 2017, da União Europeia. Com base nesses resultados, os estudantes nacionais são colocados acima da média comunitária na Leitura (17,2% de resultados fracos contra 19,7%) e na Ciência (17,4% contra 20,6%), com a Matemática a destoar (23,8% face a 22,2%).

Mas este bom indicador – que na realidade já era conhecido deste que foram revelados os resultados do PISA 2015 – convive com vários outros que, apesar de regra geral indicarem melhorias entre 2013 e 2016, evidenciam também a distância que ainda separa o país dos parceiros comunitários e das metas propostas.

Nos principais indicadores, nomeadamente aqueles que fazem parte dos compromissos assumidos para 2020 em termos de qualificações pelos países da União Europeia, Portugal progrediu mais rapidamente do que os parceiros. Mas continua abaixo da média.

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Eleição dos Orgãos Sociais da APEE Sampaio Garrido

Eleição dos Orgãos Sociais da APEE Sampaio Garrido

A APEE Sampaio Garrido reuniu em  Assembleia Geral e Eleitoral no dia 17 de outubro. Foram aprovados os novos estatutos da APEE e eleitos os Orgãos Sociais para o ano letivo 2017/2018.

A Direção é composta pelos seguintes nomes: Paula Estêvão (Presidente), Rita Bragadesto (Vice-Presidente), Sandra Medeiros (Tesoureiro), Adelaide Trigo de Sousa (Secretário), Carla Ferreira Gomes (Vogal) e Sílvia Felix David (Vogal).

A Mesa da Assembleia Geral é composta pelos seguintes nomes: Susana Fernandes (Presidente), Isabel Polónio (Vice-Presidente) e Anabela Correia (Secretário). O Conselho Fiscal é composto pelos seguintes nomes: Catarina Marques Guerreiro (Presidente), Maeche Chimanlal (Vice-Presidente) e Mercês Dias (Vogal).

Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

O investigador e professor Joaquim Azevedo criticou quem acusa os pais de não “colocar motivação nas mochilas” dos alunos, defendendo que esse trabalho cabe às escolas e professores, que estão desatualizados.

A escola não pode ser o que era há 30 anos”, alertou hoje o ex-secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, durante a sua palestra no 1º Congresso de Escolas, que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Para o investigador do Centro de Estudos do Desenvolvimento Humano, “tudo está a mudar à volta da escola”, mas a escola pouco mudou e este desequilíbrio faz com que muitos alunos acabem por se afastar do ensino.

Num tempo em que os alunos têm acesso imediato e sem controlo a informação e em que há um consumo permanente de imagens, a escola parece viver à margem desta realidade, segundo o especialista em educação.

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Alunos derraparam nas provas de aferição

Alunos derraparam nas provas de aferição

Um susto. É esta a leitura que, em síntese, se pode fazer dos resultados das provas de aferição do ensino básico em disciplinas que até agora não tinham sido submetidas a avaliação externa. Ou seja, delas só se sabia quais as notas dadas nas escolas pelos professores.

(…) na prova de Matemática que os alunos do 2.º ano (7/8 anos de idade) realizaram, o seu desempenho foi bastante superior aos seus colegas do 5.º ano.

Os alunos do 2.º ano tiveram também este ano, pela primeira vez, provas nas áreas das Expressões Artísticas e Físico-Motoras. Na primeira área revelaram maiores dificuldades da Educação Musical (38,3% de desempenhos negativos), na segunda o mesmo se passou quando se tratou de ver como lidavam com jogos infantis (33,8% de desempenhos negativos). Nos outros domínios abordados nas provas de Expressões, mais de 80% dos alunos do 2.º ano conseguiram desempenhos dentro do esperado, frisa o Iave.

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Veja os resultados nacionais das provas de aferição, 2017 – aqui!

Veja as Medidas a implementar e desenvolver, face aos resultados das provas – aqui!