Sozinho em casa. Com que idade pode deixar o seu filho?

Sozinho em casa. Com que idade pode deixar o seu filho?

O tema não é novidade, no entanto muitos pais e mães continuam a debater-se com a questão:

– Posso deixar os meus filhos sozinhos em casa?
– A partir de que idade é possível deixar os meus filhos sozinhos sem supervisão?

Estas dúvidas são legítimas, deixando desde já claro que não existe um acordo, entre especialistas, sobre a idade a partir da qual as crianças podem ficar em casa sozinhas. Se os pais de uma criança de 12 anos ficam confortáveis ao deixá-la sozinha por umas horas, outros com um filho de 16 anos exigem a presença de um adulto que assegure a supervisão.

Se, para alguns pais, uma criança sozinha em casa é sinónimo de negligência parental, para outros é sinónimo de autonomia e crescimento.

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Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

O investigador e professor Joaquim Azevedo criticou quem acusa os pais de não “colocar motivação nas mochilas” dos alunos, defendendo que esse trabalho cabe às escolas e professores, que estão desatualizados.

A escola não pode ser o que era há 30 anos”, alertou hoje o ex-secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, durante a sua palestra no 1º Congresso de Escolas, que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Para o investigador do Centro de Estudos do Desenvolvimento Humano, “tudo está a mudar à volta da escola”, mas a escola pouco mudou e este desequilíbrio faz com que muitos alunos acabem por se afastar do ensino.

Num tempo em que os alunos têm acesso imediato e sem controlo a informação e em que há um consumo permanente de imagens, a escola parece viver à margem desta realidade, segundo o especialista em educação.

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Como explicar o terrorismo às crianças?

Como explicar o terrorismo às crianças?

Mais um atentado terrorista, (…) que se soma a muitos outros nos últimos meses mas este com uma particularidade que o distingue dos demais: desta vez o alvo foram sobretudo crianças (e os pais que as acompanhavam).

Por isso, e pelo facto de o atentado ter ocorrido no final de um concerto de um dos ídolos pop das crianças e jovens, faz com que, provavelmente, as crianças e adolescentes se sintam mais identificadas e estejam mais sensíveis a estas notícias. É também natural que as dúvidas e perguntas em torno deste atentado e vindas desta faixa etária surjam com mais expressão.

A pensar nisso, (…) o Observador falou com quatro psicólogas e um pedopsiquiatra para ajudar a encontrar respostas para algumas das questões que possam estar a surgir neste momento.

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Os filhos mentem aos pais. O que fazer?

Os filhos mentem aos pais. O que fazer?

Não há volta a dar e não vale a pena colocar paninhos quentes. Os filhos, por vezes, mentem aos pais. Há um estudo internacional, que resulta de várias investigações feitas sobre o assunto, que conclui que os pais só conseguem identificar 47,5% das mentiras dos filhos. A análise agora revelada demonstra, portanto, que os pais nem sempre têm o faro apurado para perceber que há mentiras nas conversas dos mais pequenos. A pesquisa (…) lembra que os adultos analisam com regularidade se os mais novos dizem ou não a verdade em vários contextos, nomeadamente em casa e na escola.

As pequenas mentiras dos filhos acontecem e são normais. “São mais preocupantes as mentiras de pais para filhos, de que ninguém fala – porque os pais devem transmitir valores e a verdade é um deles”, refere o psiquiatra Daniel Sampaio.

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Virtudes e defeitos das novas tecnologias

Virtudes e defeitos das novas tecnologias

António Luís Valente integrou as equipas de vários projetos europeus ligados à “sociedade da informação”, como o ZAP, eSchola, ValNet, CONET e SeguraNet. Em entrevista, alerta pais e educadores para as virtudes e defeitos das novas tecnologias.

“As pessoas têm medo do que é estranho. Mas não conhecendo nada sobre Internet não têm receios, nem cautelas. É preciso perceber que a Internet não é diferente do resto da sociedade. Não é um mundo à parte. E, por ser menos conhecido, não é mais protegido. Há a sensação que somos todos peritos na Internet. E assim se negligenciam aspetos básicos de segurança”.

Leia a entrevista com António Luís Valente – aqui!

Todas as crianças têm direito a ter pais imperfeitos

Todas as crianças têm direito a ter pais imperfeitos

Se quer controlar a birra dos seus filhos não perca a calma e lembre-se que a birra é um problema dele, não seu. Esta e mais umas quantas dicas do pai e neuropsicólogo Álvaro Bilbao.

Muitos pais, ainda antes dos filhos nascerem, já se preocuparam com a escola que os pequenos vão frequentar, com a alimentação que vão escolher para eles, com os limites e as cedências, com as birras e os castigos, mas Álvaro Bilbao tem um conselho muito simples para aliviar todas estas preocupações: desfrutem. Tirar partido do prazer de ser mãe ou pai, aceitar que não vai conseguir fazer tudo na perfeição (e ainda bem), manter o equilíbrio e evitar a tensão, são alguns dos conselhos para iniciar a jornada.

Leia a entrevista com Álvaro Bilbao – aqui.

De pequenino se mostra o menino. Ou não?

De pequenino se mostra o menino. Ou não?

Será que tem mal publicar fotografias de crianças nas redes sociais? Estarão os pais a expô-las a perigos reais? Já houve tribunais portugueses que proibiram explicitamente a partilha de imagens de menores nestas plataformas.

Antigamente, os nossos pais ensinavam-nos a não falar com desconhecidos. Hoje, muitos utilizadores de redes sociais aceitam como ‘amigos’ pessoas que não conhecem na vida real, em carne e osso. Poria a mão no fogo por cada um desses 300 ou 400 ‘amigos’ que tem na sua rede social na hora de garantir que não partilharam uma fotografia do SEU filho? (…)

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“É inacreditável que hoje se passeiam mais os cães do que as crianças”

“É inacreditável que  hoje se passeiam mais os cães do que as crianças”

Há mais de 40 anos que o investigador Carlos Neto trabalha com crianças e está preocupado com o sedentarismo.

(,,,) ganhou-se um medo enorme de as crianças andarem autónomas na rua. A rua desapareceu, está em extinção como local de jogo, de brincadeira, de encontro de amigos. O problema da socialização é uma das questões mais importantes que se colocam hoje na nossa juventude e nas culturas de infância. Temos aqui um problema muito sério que só pode ser resolvido com medidas corajosas e arrojadas do ponto de vista político.

Leia a entrevista com Carlos Neto (professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa) – aqui.

Uma história para adormecer…

Uma história para adormecer…

Muitos pais questionam-se sobre se há ou não vantagens em contar uma história antes de a criança dormir. A resposta é sim! Mais, creio que para toda a gente faria bem, no sentido de encaminhar para o sono, ler algumas linhas de um livro ou de uma revista ou jornal, já deitado na cama. Mas voltemos às crianças.

Uma história ao adormecer é um momento em que há mistura de ternura, alegria, repouso, encaminhar para o sono e criatividade. Além disso, é uma excelente oportunidade para, estando a criança já deitada, os pais se abstraírem da intrusiva televisão ou do computador e estarem com os filhos, já que, inclusivamente, a maioria refere estar pouco tempo com eles.

Pode ler mais sobre a opinião de Mário Cordeiro – aqui.