Alunos portugueses acima da média da UE

Alunos portugueses acima da média da UE

O bom desempenho dos alunos portugueses de quinze anos nos testes PISA 2015, da OCDE, reflete-se no relatório Monitor da Educação e Formação 2017, da União Europeia. Com base nesses resultados, os estudantes nacionais são colocados acima da média comunitária na Leitura (17,2% de resultados fracos contra 19,7%) e na Ciência (17,4% contra 20,6%), com a Matemática a destoar (23,8% face a 22,2%).

Mas este bom indicador – que na realidade já era conhecido deste que foram revelados os resultados do PISA 2015 – convive com vários outros que, apesar de regra geral indicarem melhorias entre 2013 e 2016, evidenciam também a distância que ainda separa o país dos parceiros comunitários e das metas propostas.

Nos principais indicadores, nomeadamente aqueles que fazem parte dos compromissos assumidos para 2020 em termos de qualificações pelos países da União Europeia, Portugal progrediu mais rapidamente do que os parceiros. Mas continua abaixo da média.

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Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

Investigador critica quem acusa pais de “não colocar motivação nas mochilas” dos filhos

O investigador e professor Joaquim Azevedo criticou quem acusa os pais de não “colocar motivação nas mochilas” dos alunos, defendendo que esse trabalho cabe às escolas e professores, que estão desatualizados.

A escola não pode ser o que era há 30 anos”, alertou hoje o ex-secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, durante a sua palestra no 1º Congresso de Escolas, que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Para o investigador do Centro de Estudos do Desenvolvimento Humano, “tudo está a mudar à volta da escola”, mas a escola pouco mudou e este desequilíbrio faz com que muitos alunos acabem por se afastar do ensino.

Num tempo em que os alunos têm acesso imediato e sem controlo a informação e em que há um consumo permanente de imagens, a escola parece viver à margem desta realidade, segundo o especialista em educação.

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Alunos derraparam nas provas de aferição

Alunos derraparam nas provas de aferição

Um susto. É esta a leitura que, em síntese, se pode fazer dos resultados das provas de aferição do ensino básico em disciplinas que até agora não tinham sido submetidas a avaliação externa. Ou seja, delas só se sabia quais as notas dadas nas escolas pelos professores.

(…) na prova de Matemática que os alunos do 2.º ano (7/8 anos de idade) realizaram, o seu desempenho foi bastante superior aos seus colegas do 5.º ano.

Os alunos do 2.º ano tiveram também este ano, pela primeira vez, provas nas áreas das Expressões Artísticas e Físico-Motoras. Na primeira área revelaram maiores dificuldades da Educação Musical (38,3% de desempenhos negativos), na segunda o mesmo se passou quando se tratou de ver como lidavam com jogos infantis (33,8% de desempenhos negativos). Nos outros domínios abordados nas provas de Expressões, mais de 80% dos alunos do 2.º ano conseguiram desempenhos dentro do esperado, frisa o Iave.

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Planificação das AEC para 2017/18

Planificação das AEC para 2017/18

O Diretor-geral da Educação quer que se salvaguardem as brincadeiras das crianças e que se saia da sala de aula na planificação das Atividades de Enriquecimento Curricular para o próximo ano letivo. O responsável quer evitar que o período curricular estique e a excessiva escolarização dessas atividades.

Numa carta enviada aos diretores das escolas e aos presidentes das câmaras municipais, das juntas de freguesias, das associações de pais e de instituições particulares de solidariedade social, o diretor-geral da Educação, José Duarte Pedroso, quer que no planeamento das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) para o ano letivo 2017/2018 sejam tidos em consideração vários pontos importantes. Desde logo, que se salvaguarde o tempo de recreio necessário para as brincadeiras livres das crianças.

O responsável chama a atenção para mais aspetos. Eliminar o agendamento de trabalhos de casa, que não se esqueça o carácter lúdico das AEC que se devem orientar para o desenvolvimento da criatividade e das expressões dos mais novos, que se utilizem espaços, materiais, contextos e outros recursos educativos diversificados de forma a evitar a permanência nas salas de aula. O diretor-geral recorda ainda que é preciso garantir os apoios necessários para que todos os alunos, sem exceção, possam participar nas atividades, independentemente das suas capacidades e condições de saúde, e, por outro lado, que todas as componentes do 1.º ciclo sejam abordadas pelo professor da turma durante o período curricular.

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Mais tempo de recreio

Mais tempo de recreio

Os alunos do 1.º ciclo vão beneficiar de mais meia hora de intervalo por dia, já a partir de Setembro. Como o intervalo da manhã vai passar a integrar o tempo letivo do professor, isso implica redesenhar os horários escolares. Com esta alteração, os alunos no 1.º ciclo passam a dispor de menos tempo de permanência na sala de aula e a mais tempo de recreio. A medida está prevista para entrar em vigor já no próximo ano letivo.

Os professores têm de lecionar cinco horas letivas por dia e este período de trinta minutos fará parte desse horário – que contempla as aulas, o apoio ao estudo e, agora, o intervalo. Esta informação já consta na circular da Direção-Geral de Educação, que chegou às escolas no final de junho.

A reorganização dos horários do 1.º ciclo cabe agora aos agrupamentos, que terão, na prática, duas opções: podem decidir atrasar o início das aulas meia hora (9h30 ao invés de 9h00) ou terminá-las mais cedo (15h30 em vez de 16h00). Outra alternativa é alargar o horário de almoço de 1h30 para 2h00.

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Governo entrega às câmaras tudo menos professores e escolas da Parque Escolar

Governo entrega às câmaras tudo menos professores e escolas da Parque Escolar

Competências que até agora a maioria das câmaras municipais só detinham a nível do pré-escolar e do 1.º ciclo – como a propriedade física das escolas, a tutela do pessoal não docente e a responsabilidade pela Ação Social Escolar, refeições, pequenas e grandes obras nos estabelecimentos, segurança e até a contratação de serviços como a água e eletricidade – vão ser integralmente entregues aos municípios, abrangendo agora todos os ciclos do ensino básico e do secundário. É o que prevê a proposta do governo para a descentralização de competências na área da Educação, documento que o governo entregou à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

De acordo com o projeto legislativo, que prevê a implementação destas medidas a partir do ano letivo de 2018-19, apenas a tutela dos professores e de parte das escolas – algumas escolas agrárias mas sobretudo as secundárias atualmente pertencentes à Parque Escolar – ficam fora da lista de recursos físicos e humanos a entregar às autarquias.

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Comunicado sobre Sarampo em ambiente escolar

Comunicado sobre Sarampo em ambiente escolar

A Direção-Geral da Saúde (DGS) criou um endereço de correio eletrónico através do qual prestará informações sobre o sarampo aos representantes da comunidade escolar.

De acordo com um comunicado da DGS sobre medidas de prevenção em ambiente escolar, os representantes da comunidade escolar poderão colocar as suas dúvidas através do endereço infosarampo@dgs.pt. Por outro lado, a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) assegura, como habitualmente, respostas concretas às questões colocadas pelo telefone.

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Descentralização, sim, mas não para os municípios

Descentralização, sim, mas não para os municípios

Mais de 90% dos professores são favoráveis à descentralização de competências não para os municípios, mas para um “conselho local de educação”, no qual “o município tem um papel importante, mas não determinante”, frisou Manuela Mendonça, dirigente da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), durante a apresentação dos resultados nacionais de um inquérito realizado pela estrutura sindical. Os professores defendem o envolvimento de toda a comunidade educativa e dos agentes económicos e sociais locais no “conselho local de educação”.

A FENPROF ouviu diretores escolares e inquiriu 25 mil professores sobre “o retorno de um modelo de gestão democrática às escolas”. O inquérito revelou que a grande maioria dos professores preferem um modelo de gestão colegial, com órgãos eleitos não apenas por professores, mas também funcionários, alunos e encarregados de educação.

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Tablets e TPCs diferentes aliviam costas dos alunos

Tablets e TPCs diferentes aliviam costas dos alunos

Há direções escolares a arriscar novos modelos mas o caminho ainda não reúne consenso. Certo é que o peso das mochilas preocupa. “Tenho dois casos de escoliose por turma”, diz professor.

Numa altura em que mais de 47 mil pessoas já assinaram uma petição contra o peso excessivo das mochilas escolares em Portugal, pais, professores e estudantes são unânimes de que este não é o único problema na vida escolar das crianças.

(…) No Agrupamento de Escolas de Carcavelos, testa-se há seis anos um modelo em que se aboliram os trabalhos de casa, mas foi só há três anos que a direção tornou a decisão oficial. (…) os testes também não fazem parte do menu escolar.

(…) Em Santa Maria da Feira, há um colégio que iniciou um projeto apoiado pela Microsoft que transformou a forma de aprender e de estar na escola.

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